Fev 22 2021

ANNONCE DU LANCEMENT DU LIVRE DE GNT

Chers lecteurs,

“Nouvelle Génération de Tiniguena, une Ecole pour la Vie ! – Une expérience d’éducation à l’environnement et à la citoyenneté en Guinée-Bissau”, est la dernière publication de Tiniguena dont les auteurs sont Pierre Campredon, Augusta Henriques et Miguel de Barros. Elle sera bientôt disponible online en version portugaise et française sur les sites de Tiniguena, de l’Interpares, de la Fondation MAVA et du PRCM (Partenariat Régional pour la Conservation de Zone Côtière et Marine en Afrique de l’Ouest) qui appuient sa diffusion au niveau régional et international.

Le livre est le résultat d’un travail de systématisation et de capitalisation d’une expérience innovante de Tiniguena, réalisée dans le cadre du projet « GNT Héritage », avec l’appui de la Fondation MAVA et de l’Interpares. Il s’agit de l’organisation de 11 visites d’études des lycéens de la capitale vers des sites du patrimoine naturel et culturel de Guinée-Bissau, d’une part et, d’autre part, de l’appui à GNT, un groupe créé par des adolescents qui ont participé à ces visites d’étude, pour s’impliquer dans la défense de ces patrimoines.

Pierre Campredon, co-auteur du livre, Binta Lopes Rodrigues, Udimila Queta et N’Bussun Midana Sambú, 3 jeunes qui sont passés par l’école de GNT et Éric Chaurette, de la direction d’Interpares (Canada), feront leur présentation online, le 2 mars à 10H00, sur les plateformes de Tiniguena et d’Interpares.

Augusta Henriques, membre fondatrice et ancienne Secrétaire-générale de Tiniguena

Miguel de Barros, membre fondateur de GNT et actuel Directeur-exécutif de Tiniguena

Présentation du livre

Télechargement du livre

Voir les vidéos

Vous pourrez accompagner le lancement du livre et visionner les différentes vidéos produites dans le cadre de la capitalisation d’expérience de GNT sur les réseaux et plateformes suivants :

prcmarine.org/fr

fondationmava.org

interpares.ca

Fev 22 2021

ANÚNCIO DO LANÇAMENTO ONLINE DO LIVRO DA GNT

PORTUGUÊS

Caros companheiros, parceiros e amigos da Tiniguena,

“Geração Nova da Tiniguena, uma Escola para a Vida! – Uma Experiência de Educação para o Ambiente e Cidadania na Guiné-Bissau”, é a última publicação da nossa ONG, da autoria de Pierre Campredon, Augusta Henriques e Miguel de Barros. Vai estar disponível no nosso site a partir de 25 de fevereiro, nas suas versões em português e francês. Estará igualmente disponível nos website de alguns parceiros que se juntaram a nós para a sua divulgação ao nível regional e internacional, nomeadamente, a Fundação MAVA, a Interpares e o PRCM (Parceria Regional para a Conservação da Zona Costeira e Marinha na África Ocidental).

A versão portuguesa do livro da GNT foi impressa e lançada na sede da Tiniguena em dezembro 2020, onde se encontra disponível para os interessados na sua aquisição.

O livro resulta de um trabalho de sistematização e capitalização de uma experiência inovadora da Tiniguena, realizada no quadro de um projeto designado “GNT Héritage”, financiado pela Fundação MAVA, com uma contribuição adicional da Interpares. Trata-se da organização de 11 visitas de estudo de alunos do secundário de escolas da capital a sítios do património nacional e cultural da Guiné-Bissau e do apoio prestado à GNT, um grupo criado pelos adolescentes que participaram nas visitas de estudo da Tiniguena, no intuito de prosseguirem a sua implicação na defesa desses patrimónios.

Pierre Campredon, coautor do livro, Binta Lopes Rodrigues, N’Bussum Midana Sambú e Udimila Queta, 3 jovens que passaram pela escola da GNT, Éric Chaurette, da direção da Interpares e Charlotte Karibuhoye, Diretora do Programa da MAVA para a África Ocidental, irão fazer a apresentação online da versão francesa do livro, nos dias 25 de fevereiro (em conjunto com a Interpares, no Canadá) e 2 de março (com o PRCM, na África Ocidental).

Podem acompanhar o lançamento do livro e dos vídeos produzidos no quadro da capitalização da experiência da GNT nas plataformas Youtube e Facebook da Tiniguena, do PRCM e da Interpares.

Augusta Henriques – Membro Fundador e antiga Secretário-geral da Tiniguena

Miguel de Barros – Membro fundador da GNT e Diretor Executivo da Tiniguena

Apresentação do livro

Baixar o livro

Ver os vídeos

Podem ainda fazer o download das 2 versões desta publicação nestes websites:

prcmarine.org/fr

fondationmava.org

interpares.ca

Dez 10 2020

Luta Contra a Corrupção dia 9 de Dezembro Entrevistado Miguel de Barros

No âmbito da celebração internacional da Luta Contra a Corrupção dia 9 de dezembro, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) está realizar uma serie de atividades, entre as quais entrevistas com diversas personalidades, com o objetivo de analisar e refletir sobre o impacto da corrupção na sociedade, reforçando deste modo, a importância da implementação de mecanismos de ação para o seu combate.

Veja a entrevista de Miguel de Barros, Director Executivo da ONG Tiniguena sobre o impacto da corrupção.

Entrevista com o Diretor Executivo, Miguel de Barros

Dez 07 2020

Convite ao lançamento do livro “Geração Nova da Tiniguena, Uma Escola para a Vida!”

Augusta Henriques e Miguel de Barros têm o prazer de convidar a todos para os eventos de lançamento do livro “Geração Nova da Tiniguena, Uma Escola para a Vida”

Junte-se a nós!

Nov 23 2020

ONG guineense Tiniguena vai propor regulamento para utilização da floresta comunitária

ONG guineense Tiniguena vai propor regulamento para utilização da floresta comunitáriaA organização não-governamental (ONG) de defesa do ambiente e dos recursos naturais Tiniguena está a trabalhar para instituir um regulamento de utilização da floresta comunitária na Guiné-Bissau, disse hoje Pedro Quadé, o coordenador do projeto “Monitorização dos Recursos Naturais – Gestão Transparente, Recursos Sustentáveis”

Coordenador do Projecto “Monitorização dos Recursos Naturais – Gestão Transparente, Recursos Sustentáveis, Pedro Quadé assinalou estarem em curso trabalhos de auscultação às comunidades do interior da Guiné-Bissau “onde ainda existem bolsas florestais” sobre a criação de um regulamento.

“Porque pela constatação que fazemos no terreno, pelo diagnóstico feito, os sítios que podíamos considerar, tanto no norte, leste e no sul, como zonas de grandes concentrações de árvores, estão praticamente esgotados”, notou Quadé.

A Tiniguena está a levar a cabo as consultas juntamente com técnicos da Direção-Geral da Floresta, destacou ainda Pedro Quadé, frisando que por aquilo que se constatou são as comunidades que têm impedido que “as poucas árvores que ainda lá existem sejam dizimadas”.

“É preciso constituir o reservatório para o futuro com as matas que ainda existem”, exortou o ambientalista, que admitiu ser complicada a questão da gestão florestal na Guiné-Bissau, sobretudo pela forma como o Estado lida com o assunto.

Pedro Quadé deu o exemplo de duas diretivas que o Governo emitiu sobre o abate de árvores nas florestas do país, para sublinhar que “não ajudaram a clarificar as coisas”.

Segundo o ambientalista, a primeira moratória, de 2015 e que determinava ser proibido o abate de árvores madeireiras durante cinco anos, “não foi aplicada de forma correta”, e a nova medida, de outubro passado, que anuncia um regime especial de cinco anos para o abate de certas espécies, deveria ser antecedida de outras diretrizes.

“Estávamos à espera de uma discussão ampla com a participação de organizações da sociedade para saber quais as novas diretivas para a nova moratória, não a revogação da moratória antiga”, observou o dirigente da Tiniguena, uma das mais destacadas ONG guineenses da defesa e promoção da biodiversidade do país.

Pedro Quadé é da opinião de que uma discussão ampla de novas medidas poderia levar ao redimensionamento da moratória anterior e sugestões concretas para a proteção das espécies de árvores mais ameaçadas nas florestas guineenses, nomeadamente, o pau sangue, o pau conta e o bissilon.Quadé afirmou que, ao contrário de tudo, aquelas espécies são as mais procuradas e atacadas atualmente pelos madeireiros.

O projecto conta com financiamento da delegação da União Europeia na Guiné-Bissau e está na segunda fase após ter feito o diagnóstico dos sectores da pesca, floresta e minas

Fonte: Lusa

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