Dez 10 2020

Luta Contra a Corrupção dia 9 de Dezembro Entrevistado Miguel de Barros

No âmbito da celebração internacional da Luta Contra a Corrupção dia 9 de dezembro, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) está realizar uma serie de atividades, entre as quais entrevistas com diversas personalidades, com o objetivo de analisar e refletir sobre o impacto da corrupção na sociedade, reforçando deste modo, a importância da implementação de mecanismos de ação para o seu combate.

Veja a entrevista de Miguel de Barros, Director Executivo da ONG Tiniguena sobre o impacto da corrupção.

Entrevista com o Diretor Executivo, Miguel de Barros

Dez 07 2020

Convite ao lançamento do livro “Geração Nova da Tiniguena, Uma Escola para a Vida!”

Augusta Henriques e Miguel de Barros têm o prazer de convidar a todos para os eventos de lançamento do livro “Geração Nova da Tiniguena, Uma Escola para a Vida”

Junte-se a nós!

Nov 23 2020

ONG guineense Tiniguena vai propor regulamento para utilização da floresta comunitária

ONG guineense Tiniguena vai propor regulamento para utilização da floresta comunitáriaA organização não-governamental (ONG) de defesa do ambiente e dos recursos naturais Tiniguena está a trabalhar para instituir um regulamento de utilização da floresta comunitária na Guiné-Bissau, disse hoje Pedro Quadé, o coordenador do projeto “Monitorização dos Recursos Naturais – Gestão Transparente, Recursos Sustentáveis”

Coordenador do Projecto “Monitorização dos Recursos Naturais – Gestão Transparente, Recursos Sustentáveis, Pedro Quadé assinalou estarem em curso trabalhos de auscultação às comunidades do interior da Guiné-Bissau “onde ainda existem bolsas florestais” sobre a criação de um regulamento.

“Porque pela constatação que fazemos no terreno, pelo diagnóstico feito, os sítios que podíamos considerar, tanto no norte, leste e no sul, como zonas de grandes concentrações de árvores, estão praticamente esgotados”, notou Quadé.

A Tiniguena está a levar a cabo as consultas juntamente com técnicos da Direção-Geral da Floresta, destacou ainda Pedro Quadé, frisando que por aquilo que se constatou são as comunidades que têm impedido que “as poucas árvores que ainda lá existem sejam dizimadas”.

“É preciso constituir o reservatório para o futuro com as matas que ainda existem”, exortou o ambientalista, que admitiu ser complicada a questão da gestão florestal na Guiné-Bissau, sobretudo pela forma como o Estado lida com o assunto.

Pedro Quadé deu o exemplo de duas diretivas que o Governo emitiu sobre o abate de árvores nas florestas do país, para sublinhar que “não ajudaram a clarificar as coisas”.

Segundo o ambientalista, a primeira moratória, de 2015 e que determinava ser proibido o abate de árvores madeireiras durante cinco anos, “não foi aplicada de forma correta”, e a nova medida, de outubro passado, que anuncia um regime especial de cinco anos para o abate de certas espécies, deveria ser antecedida de outras diretrizes.

“Estávamos à espera de uma discussão ampla com a participação de organizações da sociedade para saber quais as novas diretivas para a nova moratória, não a revogação da moratória antiga”, observou o dirigente da Tiniguena, uma das mais destacadas ONG guineenses da defesa e promoção da biodiversidade do país.

Pedro Quadé é da opinião de que uma discussão ampla de novas medidas poderia levar ao redimensionamento da moratória anterior e sugestões concretas para a proteção das espécies de árvores mais ameaçadas nas florestas guineenses, nomeadamente, o pau sangue, o pau conta e o bissilon.Quadé afirmou que, ao contrário de tudo, aquelas espécies são as mais procuradas e atacadas atualmente pelos madeireiros.

O projecto conta com financiamento da delegação da União Europeia na Guiné-Bissau e está na segunda fase após ter feito o diagnóstico dos sectores da pesca, floresta e minas

Fonte: Lusa

Nov 06 2020

Visita a floresta de Batambali

Visita a floresta de Batambali para o projeto de promoção e valorização do conhecimento baseado nos saberes tradicionais locais de gestão de espaços e recursos naturais que assegurem o equilíbrio ecológico, serviços ecossistémicos e o bem-estar das populações.

Missão de restituição de estudo-diagnóstico para identificação de zonas piloto a serem designadas APAC – Áreas e Territórios do Património Autóctone e Comunitário da Guiné-Bissau.

#APAC #recursosnaturais #áreasprotegidas #floresta #florestacomunitaria #Tiniguena #EstaTerraÉNossa

Out 19 2020

LANÇAMENTO DO GUIA DE BOAS PRÁTICAS NOS RECURSOS NATURAIS

UM INSTRUMENTO DE REFORÇO DE CONHECIMENTOS PARA MELHOR GERIR

A ONG Tiniguena vai realizar amanhã, terça-feira, dia 20 de Outubro, o lançamento público do livro Guia de Boas Práticas na Gestão dos Recursos Naturais, na sua sede em Bissau. O ato oficial conta com a presença de um representante do Governo e de meia centena de representantes de entidades públicas, da sociedade civil e alguns privados. O referido documento foi elaborado por Pierre Campredon, biólogo da UICN, no quadro do projecto ‘’Gestão Transparente de Recursos Sustentáveis: Reforço de Capacidades da Sociedade Civil para a monitorização da gestão dos Recursos Naturais na Guiné-Bissau’’, gerido pela Tiniguena, de 2016 a 218, financiado pela União Europeia.

O Guia de Boas Práticas RN é um dos produtos do projeto e foi preparado com base nos estudos-diagnóstico sobre a situação nas pescas, florestas, minas e petróleo, realizados em 2017, no quadro do mesmo, e outra documentação pertinente recolhida pelo autor.

Devido ao aumento de exploração de recursos nos sectores das pescas, florestas e pedreiras, com o apoio de tecnologias mais agressivas e eficazes e de redes de comercialização organizadas, e o arranque de prospecções e breve início de exploração de minas e do petróleo no país, a elaboração deste Guia de boas práticas torna-se uma necessidade urgente.

Conforme a introdução do livro, ‘’Este desenvolvimento, por si só, poderia ser sustentável se as capacidades de regeneração dos recursos fossem respeitadas. Mas a força combinada das necessidades económicas e de um crescimento populacional que se situa entre os mais altos no mundo, obriga-nos a fazer esta constatação: os meios naturais estão a degradar-se e os recursos naturais estão a esgotar-se a um ritmo alarmante.

Num contexto de sinergias negativas de tal envergadura, é urgente reagir, questionando-se sobre que modelo de desenvolvimento o país pode promover para projetar um futuro que responda, de forma durável, às aspirações dos seus filhos. A iniciativa apoiada pelo projeto “Gestão Transparente de Recursos Sustentáveis – Reforço de Capacidades da Sociedade Civil para a Monitorização da Gestão e Exploração dos Recursos Naturais”, levada a cabo pela ONG Tiniguena é pertinente neste sentido, fornecendo elementos de reflexão e propostas que podem contribuir para a formulação desse modelo’’ – lê-se no documento.

Artigos mais antigos «